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Expondo O Acusador Da Igreja: satanas

Jan 23, 2012   //   by Pr. betinho   //   Blog  //  1 Comment

Expondo O Acusador Dos Irmãos
por Francis Frangipane
Pastor Sênior – River of Life Ministries – Cedar Rapids, Iowa

Tradução: Rafael Neves

Mais igrejas foram destruídas pelo acusador dos irmãos e o seu diagnóstico de falhas do que por qualquer imoralidade ou desvio de fundos da igreja. Tão prevalente é essa influência em nossa sociedade que, entre outros, o diagnóstico de falhas tem sido elevado ao status de “ministério”! O Senhor prometeu, no entanto, que em Sua Casa acusar um ao outro será substituído com a oração, e o diagnóstico de falhas com um amor que cobre uma multidão de pecados.

Satanás Quer Parar Seu Crescimento

Este capítulo é escrito especificamente para expor a atividade do acusador dos irmãos entre os Cristãos nascidos de novo. Há indivíduos que estão presos em cultos, onde o controle da mente e o engano estão envolvidos, não estamos lidando com a singularidade de seus problemas neste estudo. Pelo contrário, nosso objetivo é ver a Igreja Viva livre desta fortaleza de encontrar defeitos, e ter nossos corações voltados para a oração.

Em uma tentativa de impedir, se não totalmente parar, o próximo mover de Deus, satanás enviou um exército de demônios de censura contra a igreja. O objetivo deste ataque é levar o corpo de Cristo das perfeições de Jesus para as imperfeições dos outros.

A tarefa do espírito censurador é assaltar as relações em todos os níveis. Ele ataca as famílias, igrejas e associações interdenominacionais, buscando trazer cismas irreparáveis ​​em nossa unidade. Mascarado como discernimento, esse espírito vai se enfiando em nossas opiniões de outras pessoas, deixando-nos com vontade de criticar e julgar. Conseqüentemente, todos nós precisamos avaliar a nossa atitude para com os outros. Se nossos pensamentos são outros além da fé que opera pelo amor, precisamos estar cientes de que podemos estar sob ataque espiritual.

O demônio censurador incita as pessoas a gastar dias ou mesmo semanas desenterrando falhas velhas ou pecados velhos em seu ministro ou igreja. As pessoas que estão mantidas em cativeiro por esse espírito enganador se tornam “cruzados”, inimigos irreconciliáveis ​​de suas assembléias anteriores. Na maioria dos casos, as coisas que eles consideram erradas ou com faltas são as mesmas áreas em que o Senhor procura posicioná-los para intercessão. O que poderia ser uma oportunidade de crescimento espiritual e ir de encontro a uma necessidade torna-se uma ocasião de tropeço e afastamento. Na verdade, suas críticas são uma cortina de fumaça para um coração sem oração e uma falta de vontade de servir.

O fato de alguém descobrir as imperfeições de um pastor ou de uma igreja não é de forma alguma um sinal de espiritualidade. Na verdade, poderíamos encontrar falhas na igreja mesmo antes de sermos cristãos. O que fazemos com o que vemos, no entanto, é a medida da maturidade em Cristo.

Lembre-se, quando Jesus viu a condição da humanidade, Ele “se esvaziou, assumindo a forma de servo. . . Ele se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz “(Fil. 2:7-8). Ele morreu para tirar os pecados; Ele não somente os julgou.

Ninguém Está Isento

É de algum consolo que o próprio Cristo não conseguia satisfazer os “padrões” deste espírito quando o mesmo falou por meio dos fariseus. Não importa o que Jesus fazia, os fariseus encontravam falhas n’Ele.

Se você, pessoalmente, não tem consultado nem ouvido o indivíduo o qual você é crítico, como você pode ter certeza que você não está cumprindo o papel de acusador dos irmãos? Mesmo a “Lei não julga um homem, a menos que primeiro tenha ouvido” (João 7:51).

O propósito do inimigo neste ataque é desacreditar o ministro para que ele possa desacreditar a sua mensagem. Eu pessoalmente tenho escutado dezenas de pastores de muitas origens denominacionais, e eu descobri que o momento de ataque deste espírito sobre as suas congregações foi quase sempre pouco antes, ou imediatamente após, um avanço significativo. O assalto incontestado deste demônio sempre parava o progresso de suas igrejas.

Quando este espírito se infiltra na mente de um indivíduo, suas acusações vêm com um tal veneno e intimidação que mesmo aqueles que deveriam saber mais ficam perplexos e, em seguida, são seduzido por sua influência. Quase todos os envolvidos tiram os olhos de Jesus e se concentram em “questões”, ignorando durante a contenda que Jesus está na verdade orando para que seu corpo se torne um. Seduzido por esse demônio, acusações e contra-acusações esvaziam-se através da alma da congregação, estimulando a suspeita e o medo entre as pessoas. A devastação dilacera a igreja-alvo, enquanto o desânimo abafa e procura destruir o pastor e sua família, ou outros servos de Deus na igreja.

Quase todos os ministros que leêm isto já enfrentaram o assalto do espírito censurador em um momento ou outro. Cada um tem conhecido a depressão de tentar rastrear esse espírito acusador que sussurra suas fofocas através da igreja local: amigos de confiança parecem distantes, relações estabelecidas se abalam, e a visão da igreja é atolada em contendas e inação.

Este inimigo não se limita a ataques contra igrejas locais, no entanto. Seus ataques são também mais largos e tem alcance municipal e nacional. Grandes editoras têm feito milhões de dólares vendendo livros de difamação que dificilmente são mais credíveis do que colunas de fofocas em tablóides.

Sim, em alguns dos ministérios houve sim um pecado grave, mas existem maneiras bíblicas para trazer correção, caminhos que levam à cura e não à destruição! Existem supervisores denominacionais, bem como associações ministeriais locais que pode rever debates privados. Em vez disso, líderes de igrejas audaciosamente desafiam outros líderes; boletins informativos e fitas cassete críticos de vários ministérios circulam veneno através da corrente sanguínea do corpo de Cristo – e como a igreja do Salvador se alimenta disso com gula!

Para mascarar a natureza diabólica da sua atividade, o censurador, muitas vezes, traja suas críticas em roupas religiosas. Sob o pretexto de proteger ovelhas de um erro na doutrina do tamanho de um mosquito, ele força o rebanho a engolir um erro de correção sem amor do tamanho de um camelo. Em uma tentativa de corrigir violações das Escrituras, os próprios métodos empregados são uma violação das Escrituras! Onde está o “espírito de mansidão” o qual fala Paulo em Gálatas 6:1, a humildade em “olhai para vós, para que vocês também não sejam tentados”? Onde está o motivo do amor em “restaurar”?

Na maioria dos casos a pessoa supostamente em erro nunca foi sequer contactada antes de seus alegados erros entrarem no moinho de boatos das igrejas da cidade. Só então, após a calúnia ter se tornado pública através de um livro, fita ou mídia; ela se torna consciente de seus alegados defeitos. Irmãos, o espírito por trás de tais acusações devem ser discernidos, pois seu motivo não é restaurar e curar, mas sim destruir!

O Exemplo Puro

A igreja precisa de correção, mas o ministério de repreensão deve ser padronizado em Cristo e não no acusador dos irmãos. Quando Jesus corrigiu as igrejas na Ásia (vide Apocalipse), Ele imprensou sua repreensão entre elogios e promessas. Ele tranquilizou as igrejas de que a voz prestes a expor seu pecado era a própria voz que inspirou sua virtude. Depois de incentivá-los, Ele, então, as trouxe correção.

Mesmo quando uma igreja estava mergulhada no erro, como foi o caso com duas das sete igrejas, Cristo continuou a oferecer graça para mudança. Quão paciente foi Jesus? Ele até deu a “Jezebel. . . tempo para se arrepender”! (Ap 2:20-21) Depois d’Ele advertir uma igreja, Suas últimas palavras não foram de condenação, mas sim de promessas.

Não é este o Seu caminho com cada um de nós? Mesmo nas correções mais graves, a voz de Jesus é sempre a personificação de “graça e verdade” (João 1:14). Jesus disse que as ovelhas “Conhecem Sua voz. E um estranho simplesmente não vai seguir, mas sim fugir d’Ele” (João 10:4-5). Lembre-se, se a palavra de repreensão ou correção não oferece graça para a restauração, não é a voz do seu Pastor. Se você é uma das ovelhas de Cristo, você vai fugir dela.

As Armas do Inimigo

Para encontrar uma acusação contra a Igreja, é importante notar que o inimigo deve tirar suas acusações do inferno. Se nos arrependemos de nossos pecados, nenhum registro deles, nem de nossos erros existe no céu. Assim está escrito: “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? Deus é aquele que justifica” (Rm 8:33). Jesus não está condenando-nos, mas está na mão direita do Pai intercedendo em nosso favor.

Vamos, portanto, expor as armas do censurador. A primeira são os nossos pecados de verdade. Nossa incapacidade de nos arrepender quando o Espírito Santo deseja corrigir-nos abre a porta para o acusador nos condenar. A voz do inimigo nunca oferece esperança nem estende a graça do arrependimento. Ele age como se fosse a voz de Deus, e fossemos culpados de um “pecado imperdoável”. A maneira de derrotar o inimigo nesta arena é desarmá-lo com um sincero arrependimento do pecado, olhando novamente para a expiação de Cristo como a soma de todas as nossas justiças.

No entanto, Satanás procura não só acusar-nos como indivíduos, mas também se misturar em nossas mentes, apresentando críticas e condenação contra os outros também. Em vez de orar uns pelos outros, reagimos na carne contra delitos. Nossas respostas não-cristãs são, então, facilmente manipuladas pelo espírito censurador.

Portanto, derrubamos o acusador dos irmãos quando aprendemos a orar uns pelos outros em vez de rapinar um sobre o outro. Temos que aprender a perdoar da mesma forma como Cristo nos perdoou. Se alguém se arrependeu de seus pecados, devemos exercer a mesma atitude de “esquecimento divino” que existe no céu. Nós derrotamos o censurador quando nós imitamos a natureza de Jesus: como um cordeiro, Cristo morreu pelos pecadores, como sacerdote, Ele intercede.

A segunda arma que esse demônio usa contra nós são os nosso erros e más decisões do passado. Cada um de nós tem uma propensão inerente para a ignorância. Não temos de ler muito sobre a história dos santos para descobrir que não foram chamados por causa de sua sabedoria intrínseca. Na verdade, todos nós cometemos erros. Esperançosamente, nós temos, pelo menos, aprendido com eles e desenvolvemos humildade por causa deles. Esse demônio procurador de defeitos, no entanto, leva nossos erros do passado e os desfila em nossa memória, criticando os nossos esforços em fazer a vontade de Deus, mantendo-nos na escravidão do passado.

Quando o inimigo coloca-nos um contra o outro, primeiro ele nos provoca com inveja ou medo. A segurança do nosso lugar na vida parece ameaçada por causa do sucesso de outrem. Talvez para justificar nossos fracassos ou falhas pessoais, ampliamos as deficiências passadas dos outros. Quanto mais o nosso ciúme cresce, mais esse demônio explora os nossos pensamentos, até que nada sobre o indivíduo ou sua igreja parece certo.

Na fase final realmente empreendemos uma campanha contra ele. Nenhuma defesa que ele oferece vai nos satisfazer. Estamos convencidos de que ele é enganado e perigoso, e achamos que cabe a nós alertar os outros. No entanto, a verdade é que a pessoa cuja mente é controlada pelo demônio censurador é quem é enganada e perigosa. Pois seus próprios pensamentos impenitentes para o ciúme e crítica carnal ter fornecido o inferno com uma “serraria” de material para erguer muros entre os membros do corpo de Cristo.

Infelizmente, muitas vezes são líderes que caíram da intensidade do primeiro amor que se tornam os mais ferozes perseguidores dos outros que estão se movendo no Espírito Santo. Os discípulos de Cristo serão perseguidos, mas este autor não consegue encontrar nenhuma autorização bíblica para os cristãos perseguirem os outros. A perseguição é uma obra da carne. “Mas, como naquela época, ele que nasceu segundo a carne perseguia ao que nasceu segundo o Espírito, por isso, é agora assim também” (Gl 4:29). Incrivelmente, aqueles que são dados a perseguir outros muitas vezes realmente acham que estão “oferecendo um serviço a Deus” (João 16:2).

Para combater esse inimigo devemos criar uma atmosfera de graça no meio de nós como indivíduos e entre nós como igrejas. Como o Pai que nos deu a vida, devemos procurar causar com que todas as coisas cooperem para o bem. Se alguém tropeçar, temos que ser rápidos em cobri-lo, sem aceitar a hipocrisia, pois somos “membros uns dos outros” (Ef 4:25). Como está escrito, “Nenhum de vós se achegará de algum parente de sangue para descobrir sua nudez, eu sou o Senhor” (Lv 18:6). Nós somos uma família, gerados de um pai. “…a sua nudez não descobrirás, porque é tua nudez” (v 10). Mesmo sob a Antiga Aliança, era ilegal revelar o erro do outro publicamente. O amor encontra uma maneira de redenção para cobrir uma multidão de pecados.

Aonde Os Abutres Estão Reunidos

O acusador usa ainda outra arma, e ele usa essa arma astutamente. Há momentos em nossa caminhada com Deus, quando, para aumentar a fecundidade, o Pai poda-nos (veja João 15). Esta é uma época de preparação, onde o propósito do Senhor é levar Seus servos em um novo poder no ministério.

Durante este tempo, Deus requer novos níveis de rendição, bem como uma crucificação fresca da carne. Muitas vezes, é um tempo de humilhação e provação, de vazio e aparente ineficácia enquanto Deus expande nossa dependência d’Ele. Pode ser um tempo terrível, quando a nossa necessidade é exposta com visibilidade gritante. Infelizmente, este momento de fraqueza é aparente não apenas ao homem ou mulher de Deus, ele freqüentemente ocorre diante da igreja, e perante principados e potestades também.

O espírito censurador, e aqueles que chegam a pensar como ele pensa, encontram uma vulnerabilidade em seu alvo como uma oportunidade para esmagá-lo.Uma e outra vez, o que seria outrora uma incubadora de vida torna-se um caixão de morte. Aqueles que poderiam surgir com a clareza e o poder de visão profética são abatidos e abandonados, separados das próprias pessoas que deveriam ter orado por elas até a ressurreição. Neste ataque o censurador é mais destrutivo. Pois aqui esse demônio aborta o nascimento de ministérios maduros, aqueles que fortaleceriam suas igrejas para a guerra.

Os censuradores e as fofoqueiros já estão plantados na igreja, talvez você seja um! Quando o Deus vivo está fazendo o seu pastor ser mais profundamente dependente, e assim mais facilmente moldado para Seus propósitos, você critica sua aparente falta de unção? Embora ele não tenha te abandonado durante a sua hora de necessidade, você abandona-o agora, quando a sua fé pode ser o estímulo que ele precisa para se render totalmente a cruz?

Aqueles que são simpáticos ao acusador dos irmãos cumprem, por aplicação, Mateus 24:28, “Onde quer que esteja o cadáver, ali se ajuntarão os abutres”. A maledicência destes indivíduos que parecem abutres de fato alimenta sua natureza inferior, pois eles procuram o que está morto em uma igreja, eles são atraídos pelo que está morrendo.Eventualmente, estes acusadores partem, instintivamente procurando um problema com alguma outra igreja. “Estes são murmuradores, encontrando falhas. . . aqueles que causam divisões” (Judas 16-19).

Eles deixam para trás seus antigos irmãos, gravemente feridos e em contendas, e um pastor muito desanimado. Logo, eles se juntam a uma nova igreja e, em tempo, Deus começa a lidar com este novo pastor. Mais uma vez o espírito censurador se manifesta através deles, estrategicamente posicionado para destruir outra igreja. Hoje, Deus está buscando levantar Seus servos com maior poder e autoridade. Na fase de poda de seu crescimento, será que regaremos sua secura com oração ou seremos urubus atraídos para devorar sua carne moribunda?

Quando o acusador vier, ele traz fatos distorcidos e condenação. Aqueles que estão presos por esse espírito nunca pesquisaram as virtudes da organização ou da pessoa que eles estão atacando. Com o mesmo zelo que os censuradores procuram desvendar o pecado, aqueles que irão conquistar este inimigo devem verdadeiramente buscar o coração de Deus e o Seu chamado para aqueles que eles iriam reprovar.

A verdadeira correção, portanto, prosseguirá com reverência, e não vingança. Na verdade, não são aqueles a quem nós procuramos corrigir servos de Cristo? Não são posse d’Ele? É possível que as obras das quais estamos com ciúmes, e, portanto, críticos, possam ser obras de Cristo? Além disso, perguntemo-nos: por que Deus nos escolheu para trazer Sua repreensão? Será que estamos andando no padrão de Cristo?

Estas são perguntas importantes, pois para sermos ungidos com a autoridade de Cristo para repreender, temos que estar comprometidos aos homens com o amor de Cristo. Mas, se estamos com raiva, amargura ou inveja em relação a outrem, não podemos nem mesmo orar corretamente por essa pessoa, muito menos censurá-la. Jesus, o grande Leão de Judá, foi declarado digno de levar adiante o julgamento em virtude de sua natureza: Ele era um Cordeiro que foi morto pelo pecado dos homens.

Se não formos determinados a morrer por homens, não temos o direito de julgá-los.Aqueles que procuram justificar o deixar uma igreja não devem fazê-lo simplesmente através da descoberta de falhas. Pelo contrário, devem comunicar-se abertamente com a equipe ministerial. A sua atitude deve ser de oração e de amor, deixando uma bênção pelo que ganharam no seu tempo gasto naquela igreja. Se realmente houve pecado no ministério, devem contactar as autoridades da igreja na cidade e deixar a situação com eles.

Além disso, os ministros locais devem estar em comunicação uns com os outros, nunca baseando a sua opinião sobre outra igreja ou líder no testemunho de alguém que acabou de sair dele. Se pessoas se juntam a sua congregação e trazem com elas uma raiz de amargura contra a igreja anterior delas, essa raiz brotará em sua igreja e muitos se contaminarão. Portanto, não importa o quanto você precise de novos membros, nunca construa sua congregação com indivíduos que são inconciliáveis ​​com sua ex-congregação.

Na verdade, a palavra do Senhor para nós é que na Casa do Senhor críticas devem ser substituídas por oração, e a procura de defeitos eliminada com um amor de cobertura. Onde houver erro, devemos ir com um motivo para restaurar. Onde existem doutrinas erradas, devemos manter um espírito manso enquanto procuramos corrigir aqueles em oposição.

Senhor Jesus, perdoai-nos por nossa falta de oração e pela fraqueza do nosso amor. Mestre, nós queremos ser como Tu, para quando vermos uma necessidade, em vez de criticar, darmos nossa vida por isso. Senhor, livre a Tua igreja desse espírito demoníaco que procura defeitos!

Em nome de Jesus!

Amém!

Happy New Year!!!

Dec 30, 2011   //   by Pr. betinho   //   Blog  //  1 Comment

Olá a todos amados do Senhor, a Paz!

Mais um ano se passou e podemos dizer com tranquilidade: Até aqui o Senhor nos ajudou!

Eis-nos aqui, findando um 2011 onde tantas coisas puderam ser realizadas, e outras tantas que gostaríamos de ter feito e por qualquer que sejam os motivos, não pudemos realizá-las.

Mesmo ponderando sobre algumas ocasiões em que nos encontrávamos perguntando a razão de passarmos por algumas tribulações, o nosso Pai estava cuidando e nos preparando para coisas novas em cada uma delas.

O que importa, verdadeiramente, é a certeza em nossos corações que somos filhos de um Deus amoroso e que tenhamos a certeza do presente a nós dado, que é a salvação eterna através da nossa fé em seu filho amado Jesus Cristo e com isso, uma vez mais presenteados com a presença contínua do Espírito Santo, nosso amigo e consolador.

Por tudo isso, vem ao meu coração algo muito simples neste 2012 que se desponta e quero compartilhar com vocês: Não precisamos de novos planos para o ano que se inicia, mas sim de COMPROMETIMENTO.

Comprometimento em nos fiarmos somente no Senhor;

Comprometimento em crer nos ensinos de Jesus, permanecer neles, tornando-nos fieis discípulos e ter a graça de conhecer a verdade para que verdadeiramente sejamos livres;

Comprometimento em amar o nosso irmão como amamos a nós mesmos;

Comprometimento na fidelidade e assiduidade com a Igreja local, que nos alimenta e gera unidade como Corpo;

Se formos vitoriosos nesta quatro áreas, as nossas vidas serão transformadas de uma forma extraordinária que ao final do ano de 2012 não seremos mais os mesmos, eu te asseguro.

Juntos seremos sempre “um”, sozinhos não seremos nada, pois as aflições do mundo nos derrotarão continuamente. Assim como Jesus disse que Ele e o Pai eram “um” assim seremos também enquanto estivermos juntos pois, como Igreja, somos chamados de Corpo e Noiva de Cristo.

Como corpo, sabemos o que é trazer equilíbrio em todos os nossos membros e órgãos, nos alimentando e guardando a nossa saúde. Como Noiva, também temos noção dos cuidados no preparo antes de se apresentar ao noivo. Lendo sobre a vida de Ester podemos ver como ela foi preparada durante um longo período para apresentar-se ao proponente.

Jesus, o nosso Noivo, está nos esperando com um grande banquete para Ele próprio nos servir. Preparou morada a todos nós e anseia em nos mostrar o Jardim do Éden.

Viva a vida que Deus preparou a você e COMPROMETA-SE em 2012 que em hipótese alguma irá conformar-se com as coisas do mundo, mas que definitivamente irá transformar-se através da renovação contínua da tua mente para estar sempre atento em conhecer quais são as boas, perfeitas e agradáveis vontades do nosso Pai, o Deus eterno.

Happy New Year!!!

 

Betinho & Márcia

 

 

Christian Church of Orlando: Yes we are!

Dec 21, 2011   //   by Pr. betinho   //   Blog  //  1 Comment

 

Love & Respect

Dec 8, 2011   //   by Pr. betinho   //   Blog  //  No Comments

Olá meus amados, a Paz!!

Estamos preparando um seminário para casais que ocorrerá em Janeiro/Fevereiro de 2012 e será baseado no tema do livro Love & Respect do autor Emerson Eggerich. Deus deu uma revelação e graça especiais a ele no que diz respeito ao amor que devemos ter pelos nossos conjuges. Estaremos também oferecendo a opção de participação aos solteiros pois há princípios que estarão sendo ensinados e que certamente serão úteis para uma vida futura como casal.

Cremos que será um tempo extremamente fértil onde nossas vidas serão transformadas e o amor do casal renovado e restaurado para viver uma vida plena de felicidade e repleta de descobertas onde juntos entenderemos a profundidade do que o apóstolo Paulo afirma no livro de Efésios 5:33:

“Cada marido deve amar a sua esposa como ama a si mesmo, e cada esposa deve respeitar o seu marido.”

Neste Domingo dia 11, estaremos anunciando a programação completa deste evento que culminará no Valentine’s Day em Fevereiro.

Deus os abençoe ricamente!!

Betinho & Marcia

Exposing The Accuser Of The Church: satan

Dec 8, 2011   //   by Pr. betinho   //   Blog  //  2 Comments
Exposing the Accuser  of the Brethren

Francis Frangipane
Senior Minister -  River of Life Ministries -  Cedar Rapids, Iowa

More churches have been destroyed by the accuser of the brethren and its faultfinding than by either immorality or misuse of church funds. So prevalent is this influence in our society that, among many, faultfinding has been elevated to the status of a “ministry”! The Lord has promised, however, that in His house accusing one another will be replaced with prayer, and faultfinding with a love that covers a multitude of sins.

Satan Wants To Stop Your Growth

This chapter is written specifically to expose the activity of the accuser of the brethren among born-again Christians. There are individuals who are trapped in cults where mind-control and deception are involved; we are not dealing with the uniqueness of their problems in this study. Rather, our goal is to see the Living Church delivered from the stronghold of faultfinding, and to have our hearts turned instead to prayer.

In an attempt to hinder, if not altogether halt, the next move of God, Satan has sent forth an army of faultfinding demons against the church. The purpose of this assault is to entice the body of Christ away from the perfections of Jesus and onto the imperfections of one another.

The faultfinder spirit’s assignment is to assault relationships on all levels. It attacks families, churches and interchurch associations, seeking to bring irreparable schisms into our unity. Masquerading as discernment, this spirit will slip into our opinions of other people, leaving us critical and judgmental. Consequently, we all need to evaluate our attitude toward others. If our thoughts are other than faith working through love, we need to be aware that we may be under spiritual attack.

The faultfinder demon will incite individuals to spend days and even weeks unearthing old faults or sins in their minister or church. The people who are held captive by this deceitful spirit become “crusaders,” irreconcilable enemies of their former assemblies. In most cases, the things they deem wrong or lacking are the very areas in which the Lord seeks to position them for intercession. What might otherwise be an opportunity for spiritual growth and meeting a need becomes an occasion of stumbling and withdrawal. In truth, their criticisms are a smoke screen for a prayerless heart and an unwillingness to serve.

That someone should discover the imperfections of their pastor or church is by no means a sign of spirituality. Indeed, we could find fault with the church before we were Christians. What we do with what we see, however, is the measure of Christlike maturity.

Remember, when Jesus saw the condition of mankind, He “emptied Himself, taking the form of a bond-servant . . . He humbled Himself by becoming obedient to the point of death, even death on a cross” (Phil 2:7-8). He died to take away sins; He did not just judge them.

No One Is Exempt

It is of some consolation that Christ Himself could not satisfy the “standards” of this spirit when it spoke through the Pharisees. No matter what Jesus did, the Pharisees found fault with Him.

If you personally have not consulted with and listened to the individual of whom you are critical, how can you be sure that you are not fulfilling the role of the accuser of the brethren? Even the “Law does not judge a man, unless it first hears from him” (John 7:51).

The enemy’s purpose in this assault is to discredit the minister so it can discredit his message. I have personally listened to scores of pastors from many denominational backgrounds, and I have found that the timing of this spirit’s attack upon their congregations was almost always just prior to, or immediately after, a significant breakthrough. The unchallenged assault of this demon always stopped the forward progress of their church.

When this spirit infiltrates an individual’s mind, its accusations come with such venom and intimidation that even those who should know better are bewildered and then seduced by its influence. Nearly all involved take their eyes off Jesus and focus upon “issues,” ignoring during the contention that Jesus is actually praying for His body to become one. Beguiled by this demon, accusations and counter accusations rifle through the soul of the congregation, stimulating suspicion and fear among the people. Devastation wracks the targeted church, while discouragement blankets and seeks to destroy the pastor and his family, or other servants of God in the church.

Nearly every minister reading this has faced the assault of the faultfinder spirit at one time or another. Each has known the depression of trying to track down this accusing spirit as it whispers its gossip through the local church: trusted friends seem distant, established relationships shaken, and the vision of the church is quagmired in strife and inaction.

This enemy is not limited to attacks on local churches, however. Its attacks are also city wide and national. Major publishers have made millions of dollars selling defaming books which are hardly more credible than gossip columns in the tabloids.

Yes, in a few of the ministries there was serious sin, but there are biblical ways to bring correction, ways which lead to healing and not to destruction! There are denominational supervisors, as well as local ministerial associations that can review disputes privately. Instead, church leaders boldly challenge other leaders; newsletters and cassette tapes critical of various ministries circulate like poison through the blood stream of the body of Christ–and how the Savior’s church gluttonously eats it up!

To mask the diabolical nature of its activity, the faultfinder will often garb its criticisms in religious clothing. Under the pretense of protecting sheep from a “gnat-sized” error in doctrine, it forces the flock to swallow a “camel-sized” error of loveless correction. In an attempt to correct violations of Scripture, the very methods employed are a violation of Scripture! Where is the “spirit of gentleness” of which Paul speaks in Galatians 6:1, the humility in “looking to yourselves, lest you too be tempted”? Where is the love motive to “restore such a one”?

In most cases the person supposedly in error has never even been contacted before his alleged mistakes enter the rumor mill of the city’s churches. Only then, after the slander has been made public through a book, tape, or media broadcast; does he become aware of his alleged faults. Brethren, the spirit behind such accusations must be discerned, for its motive is not to restore and heal, but to destroy!

The Pure Example

The church does need correction, but the ministry of reproof must be patterned after Christ and not the accuser of the brethren. When Jesus corrected the churches in Asia (see Revelation ), He sandwiched His rebuke between praise and promises. He reassured the churches that the voice about to expose their sin was the very voice which inspired their virtue. After encouraging them, He then brought correction.

Even when a church was steeped in error, as was the case with two of the seven churches, Christ still offered grace for change. How patient was Jesus? He even gave “Jezebel . . . time to repent”! (Rev 2:20-21) After He admonished a church, His last words were not condemnation, but promises.

Is this not His way with each of us? Even in the most serious corrections, the voice of Jesus is always the embodiment of “grace and truth” (John 1:14). Jesus said of the sheep, “They know His voice. And a stranger they simply will not follow, but will flee from him” (John 10:4-5). Remember, if the word of rebuke or correction does not offer grace for restoration, it is not the voice of your Shepherd. If you are one of Christ’s sheep, you will flee from it.

The Enemy’s Weapons

To find an indictment against the church, it is important to note the enemy must draw his accusations from hell. If we have repented of our sins, no record of them nor of our mistakes exists in heaven. As it is written, “Who will bring a charge against God’s elect? God is the one who justifies” (Rom 8:33). Jesus is not condemning us, but rather is at the Father’s right hand interceding on our behalf.

Let us, therefore, expose the weapons of the faultfinder. The first is our actual sins. Our failure to repent when the Holy Spirit desires to correct us opens the door for the accuser to condemn us. The voice of the enemy never offers hope nor extends grace for repentance. It acts as though it were the voice of God, and we were guilty of the “unpardonable sin.” The way to defeat the enemy in this arena is to disarm him by sincerely repenting of the sin, looking again to the atonement of Christ as the sum of all our righteousness.

Yet, Satan seeks not only to accuse us as individuals but to blend into our minds, introducing criticisms and condemnation against others as well. Instead of praying for one another, we react in the flesh against offenses. Our unchristlike responses are then easily manipulated by the faultfinder spirit.

Therefore, we cast down the accuser of the brethren by learning to pray for one another instead of preying on one another. We must learn to forgive in the same manner as Christ has forgiven us. If one has repented of his sins, we must exercise the same attitude of “divine forgetfulness” that exists in heaven. We defeat the faultfinder when we emulate the nature of Jesus: like a lamb, Christ died for sinners; as a priest, He intercedes.

The second weapon this demon uses against us is our past mistakes and poor decisions. Each of us has an inherent propensity toward ignorance. One does not have to read far into the history of the saints to discover they were not called because of their intrinsic wisdom. In truth, we all have made mistakes. Hopefully, we have at least learned from them and developed humility because of them. This faultfinding demon, however, takes our past mistakes and parades them before our memory, criticizing our efforts to do God’s will, thus keeping us in bondage to the past.

When the enemy pits us against one another, it first provokes us to jealousy or fear. The security of our place in life seems threatened by another’s success. Perhaps to justify our personal failures or flaws, we magnify the past shortcomings of others. The more our jealousy grows, the more this demon exploits our thoughts, until nothing about the individual or his church seems right.

In the final stage we actually wage a campaign against him. No defense he offers will satisfy us. We are convinced he is deceived and dangerous, and we think it is up to us to warn others. Yet the truth is, the person whose mind is controlled by the faultfinder demon is the one who is deceived and dangerous. For his own unrepentant thoughts toward jealousy and fleshly criticism have supplied hell with a “lumberyard” of material to erect walls between members of the body of Christ.

Sadly, it is often leaders who have fallen from the intensity of their first love who become the fiercest persecutors of others who are moving in the Holy Spirit. Christ’s disciples will be persecuted, but this author can find no biblical authorization for Christians to persecute others. Persecution is a deed of the flesh. “But as at that time he who was born according to the flesh persecuted him who was born according to the Spirit, so it is now also” (Gal 4:29). Incredibly, those who are given to persecuting others often actually think that they are “offering service to God” (John 16:2).

To combat this enemy we must create an atmosphere of grace among us as individuals and between us as churches. Like the Father who has given us life, we must seek to cause all things to work together for good. If one stumbles, we must be quick to cover him, without condoning hypocrisy, for we are “members of one another” (Eph 4:25). As it is written, “None of you shall approach any blood relative of his to uncover nakedness; I am the Lord” (Lev 18:6). We are family, begotten from one Father. “Their nakedness you shall not uncover; for their nakedness is yours” (v 10). Even under the Old Covenant, it was unlawful to uncover another’s mistake publicly. Love finds a redemptive way to cover a multitude of sins.

Where The Vultures Are Gathered

The accuser uses yet another weapon, and it uses this weapon astutely. There are times in our walk with God when, to increase fruitfulness, the Father prunes us back (see John 15). This is a season of preparation, where the Lord’s purpose is to lead His servants into new power in ministry. During this time, God requires new levels of surrender as well as a fresh crucifixion of the flesh. It is often a time of humiliation and testing, of emptiness and seeming ineffectiveness as God expands our dependency upon Him. It can be a fearful time when our need is exposed in stark visibility. Unfortunately, this time of weakness is apparent not only to the man or woman of God; it frequently occurs before the church, and before principalities and powers as well. The faultfinder spirit, and those who have come to think as it thinks, find in their target’s vulnerability an opportunity to crush him.

Time and again, what would otherwise have become an incubator of life becomes a coffin of death. Those who might otherwise emerge with the clarity and power of prophetic vision are beaten down and abandoned, cut off from the very people who should have prayed them through to resurrection. In this attack the faultfinder is most destructive. For here this demon aborts the birth of mature ministries, those who would arm their churches for war.

The faultfinders and gossips are already planted in the church–perhaps you are such a one! When the living God is making your pastor more deeply dependent, and thus more easily shaped for His purposes, do you criticize his apparent lack of anointing? Although he did not abandon you during your time of need, do you abandon him now when your faith might be the very encouragement he needs to fully yield to the cross?

Those who are sympathetic to the accuser of the brethren fulfill, by application, Matthew 24:28, “Wherever the corpse is, there the vultures will gather.” The backbiting of these vulture-like individuals actually feeds their lower nature, for they seek what is dead in a church; they are attracted to what is dying.

Eventually these faultfinders depart, instinctively looking to take issue with some other church. “These are grumblers, finding fault . . . the ones who cause divisions” (Jude 16-19). They leave behind their former brethren, severely wounded and in strife, and a pastor greatly disheartened. Soon, they join a new church and, in time, God begins to deal with this new pastor. Once again the faultfinder spirit manifests itself through them, strategically positioned to destroy another church. Today, God is seeking to raise up His servants with increased power and authority. In the pruning stage of their growth, will we water their dryness with prayer or will we be vultures drawn to devour their dying flesh?

How To Correct Error

When the accuser comes, it brings distorted facts and condemnation. Those who are trapped by this spirit never research the virtues in the organization or person they are attacking. With the same zeal that the faultfinders seek to unearth sin, those who will conquer this enemy must earnestly seek God’s heart and His calling for those they would reprove.

True correction, therefore, will proceed with reverence, not revenge. Indeed, are not those whom we seek to correct Christ’s servants? Are they not His possession? Is it possible the works of which we are jealous, and thus critical, might be the very works of Christ? Also, let us ask ourselves: why has God chosen us to bring His rebuke? Are we walking in Christ’s pattern?

These are important questions, for to be anointed with Christ’s authority to rebuke, we must be committed to men with Christ’s love. But, if we are angry, embittered, or jealous toward another, we cannot even pray correctly for that person, much less reprove him. Jesus, the great Lion of Judah, was declared worthy to bring forth judgment by virtue of His nature: He was a Lamb slain for men’s sin. If we are not determined to die for men, we have no right to judge them.

Those who seek to justify leaving a church must not do so simply through finding fault. Rather, they should openly communicate with the ministerial team. Their attitude should be one of prayer and love, leaving a blessing for what they gained by their time spent in that church. If there has indeed been sin in the ministry, they should contact the church authorities in the city and leave the situation with them.

Additionally, local ministers should be in communication with one another, never basing their opinion of another church or leader on the testimony of one who has just left it. If people join your congregation and bring with them a root of bitterness against their former assembly, that root will spring up in your church and many will be defiled. Therefore, no matter how much you need new members, never build your congregation with individuals who are unreconciled to their former fellowship.

Indeed, the Lord’s word to us is that in the House of the Lord criticism must be replaced with prayer, and faultfinding eliminated with a covering love. Where there is error, we must go with a motive to restore. Where there are wrong doctrines, let us maintain a gentle spirit as we seek to correct those in opposition.

Lord Jesus, forgive us for our lack of prayer and the weakness of our love. Master, we want to be like You, that when we see a need, instead of criticizing, we lay down our lives for it. Lord, deliver Your church of this demonic faultfinding spirit! In Jesus’ name. Amen.

 

 

Christmas Season!!!

Dec 3, 2011   //   by Pr. betinho   //   Blog  //  3 Comments

O dia de Natal está chegando e junto com ele vem as celebrações…Para alguns, tempo de recordar os familiares que já se foram e um ar de tristeza e saudades arde nos corações, para outros tempo de celebrar com festas e troca de presentes. Não importa em qual grupo nos encontramos mas sim observarmos que é uma oportunidade de celebrarmos a vida que há em Jesus Cristo, pois o mundo todo comemora esta data festiva como o dia do nascimento d’Ele.

Nas semanas que antecedem o dia 25 de Dezembro, algumas igrejas celebram o Advento de Cristo como forma de observação ao nascimento e a futura vinda de Jesus. Sabemos que de uma forma ou de outra o mundo busca algo que não tem o entendimento pleno; a paz. Esta Paz que todos buscam incessantemente só poderão encontrar em Jesus, o filho de Deus que se fez homem e habitou entre nós, trazendo a salvação a TODOS os que n’Ele crerem para que não venham a perecer mas sim ter a vida eterna.

Celebremos com alegria este tempo de festas e clamemos em altas vozes o nome que está acima de todos os nomes, o nome de Jesus!!!

Merry Christmas to all of you!!

Betinho & Marcia

You Are My All In All

Nov 19, 2011   //   by Pr. betinho   //   Blog  //  1 Comment

Juntos faremos um grande coral com esta música (clic no link abaixo para ouví-la) para agradecer ao nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo… Será maravilhoso, faça parte deste coral.

Deus os abençoe!!

Betinho e Márcia

You Are My All In All

Thanksgiving is Coming…

Nov 18, 2011   //   by Pr. betinho   //   Blog  //  No Comments

Está chegando o dia da nossa tão esperada celebração de Thanksgiving, um dia de agradecimento ao nosso Senhor por tudo o que Ele tem feito a todos nós.

Venha celebrar conosco e traga seus amigos neste proximo dia 24 de Novembro às 7:30PM na CCO.

Deus os abençoe!!

Betinho e Márcia

 

Um pouco de história…

Thanksgiving nos EUA

Os primeiros Dias de Ação de Graças nos EUA, então Nova Inglaterra, eram festivais de gratidão a Deus, em agradecimento às boas colheitas anuais. Por esta razão, o Dia de Ação de Graças é festejado no Outono após a colheita ter sido recolhida e é comemorado na quarta quinta-feira do mês de Novembro.

O primeiro deles foi celebrado em Plymouth, Massachusetts, pelos colonos que fundaram a vila em 1620. Após péssimas colheitas e um inverno rigoroso, os colonos tiveram uma boa colheita de milho no verão de 1621.

Por ordem do governador da vila, em homenagem ao progresso desta em relação a anos anteriores, uma festividade foi marcada no início do outono de 1621. Os homens de Plymouth mataram patos e perus. Outras comidas que fizeram parte do cardápio foram peixes e milho. Cerca de noventa índios também participaram da festividade. Todos comeram ao ar livre em grandes mesas.

Porém, por muitos anos, o Dia de Ação de Graças não foi instituído como feriado nacional, sendo observado como tal em apenas certos estados americanos, como New York, Massachusetts e Virgínia. Em 1863, o então presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, declarou que a quarta quinta-feira do mês de novembro seria o Dia Nacional de Ação de Graças.

Mas, em 1939, o presidente Franklin Delano Roosevelt instituiu que esse dia seria celebrado na terceira semana de novembro, com o intuito de ajudar o comércio, aumentando o tempo disponível para propagandas e compras antes do Natal. Na época, era considerado inapropriado fazer propagandas de produtos à venda antes do Dia de Ação de Graças.

Como a declaração de Roosevelt não era mandatória, 23 estados adotaram a medida instituída por Roosevelt e 22 não o fizeram, com o restante tomando ambas as quintas-feiras, a da terceira e a da quarta semana de novembro, como Dia de Ação de Graças.

O Congresso americano, para resolver este impasse, instituiu então que o Dia de Ação de Graças seria comemorado definitivamente na Quinta-Feira da quarta semana de Novembro e que seria um feriado nacional.

Thanksgiving no Brasil

Apesar de muitos não saberem, no Brasil o presidente Gaspar Dutra instituiu o Dia Nacional de Ação de Graças, através da lei 78V1SK, de 17 de agosto de 1949, por sugestão do embaixador Joaquim Nabuco, entusiasmado com as comemorações que vira em 1909, na Catedral de São Patrício, quando embaixador em Washington.

Em 1966, a lei 5110 estabeleceu que a comemoração de Ação de Graças se daria na quarta quinta-feira de novembro. Esta data ainda é comemorada por muitas famílias de origem americana, igrejas cristãs, universidades confessionais metodistas e cursos de inglês.

Se quiser saber mais sobre a vinda dos Pilgrims nos EUA, clic neste LINK

Grace of God

Nov 17, 2011   //   by Pr. betinho   //   Blog  //  No Comments

Como crentes, nós prontamente atribuímos nossa salvação à graça de Deus, mas o que significa “graça esta na qual estamos firmes” para nós hoje? Rm. 5:2
Como é que funciona na vida cotidiana, especialmente quando estamos passando por momentos de provação ou sofrimento?
1. A graça do Senhor libera o Seu poder sobrenatural dentro de nós para que possamos suportar as dificuldades da vida com uma atitude piedosa. Na verdade, seremos capazes de nos alegrarmos no que Ele está fazendo em nós através das adversidades.
2. A graça pressupõe a nossa confiança no Senhor e em Sua soberania. Nada parece impossível quando nos concentramos n’Ele em vez dos nossos problemas.
3. Descobrimos a garantia da presença e sustentação de Deus enquanto Ele caminha conosco em cada passo de nossas vidas.
4. Porque nós já experimentamos Seu cuidado por nós, somos capazes de demonstrar empatia e amor aos outros que enfrentam tempos difíceis.
5. Durante nossas provas de fogo, a graça trabalha para transformar o nosso caráter para que outros possam ver Jesus refletido em nós.
Dificuldades na vida são inevitáveis. Por isso precisamos de uma dose diária da graça de Deus uma vez que estamos caminhando através das provações diárias e na certeza de que há grande recompensa no outro lado. Se confiarmos em nossa própria força, no entanto, obstáculos intransponíveis aparecerão, deixando-nos desencorajados e pronto para desistir.Muitas vezes os crentes confiam em Cristo para sua salvação, mas tentam andar sozinhos. Se a graça de Deus foi necessária para salvar-nos, então a lógica diz que também precisamos dela para o resto de nossos dias.

Apenas através de uma infusão contínua de Seu poder sustentador poderemos viver uma vida cristã vitoriosa. Leia a Bíblia e faça oração!!
Tenham todos um dia abençoado!!
Betinho e Márcia
Excerpt from C. Stanley Ministries

Veteran’s Day

Nov 10, 2011   //   by Pr. betinho   //   Blog  //  1 Comment

 

 

 

 

 

History of Veterans Day

World War I – known at the time as “The Great War” – officially ended when the Treaty of Versailles was signed on June 28, 1919, in the Palace of Versailles outside the town of Versailles, France. However, fighting ceased seven months earlier when an armistice, or temporary cessation of hostilities, between the Allied nations and Germany went into effect on the eleventh hour of the eleventh day of the eleventh month. For that reason, November 11, 1918, is generally regarded as the end of “the war to end all wars.”

Soldiers of the 353rd Infantry near a church at Stenay, Meuse in France.

Soldiers of the 353rd Infantry near a church at Stenay, Meuse in France, wait for the end of hostilities.  This photo was taken at 10:58 a.m., on November 11, 1918, two minutes before the armistice ending World War I went into effect.

In November 1919, President Wilson proclaimed November 11 as the first commemoration of Armistice Day with the following words: “To us in America, the reflections of Armistice Day will be filled with solemn pride in the heroism of those who died in the country’s service and with gratitude for the victory, both because of the thing from which it has freed us and because of the opportunity it has given America to show her sympathy with peace and justice in the councils of the nations…”

The original concept for the celebration was for a day observed with parades and public meetings and a brief suspension of business beginning at 11:00 a.m.

The United States Congress officially recognized the end of World War I when it passed a concurrent resolution on June 4, 1926, with these words:

Whereas the 11th of November 1918, marked the cessation of the most destructive, sanguinary, and far reaching war in human annals and the resumption by the people of the United States of peaceful relations with other nations, which we hope may never again be severed, and

Whereas it is fitting that the recurring anniversary of this date should be commemorated with thanksgiving and prayer and exercises designed to perpetuate peace through good will and mutual understanding between nations; and

Whereas the legislatures of twenty-seven of our States have already declared November 11 to be a legal holiday: Therefore be it Resolved by the Senate (the House of Representatives concurring), that the President of the United States is requested to issue a proclamation calling upon the officials to display the flag of the United States on all Government buildings on November 11 and inviting the people of the United States to observe the day in schools and churches, or other suitable places, with appropriate ceremonies of friendly relations with all other peoples.

An Act (52 Stat. 351; 5 U. S. Code, Sec. 87a) approved May 13, 1938, made the 11th of November in each year a legal holiday—a day to be dedicated to the cause of world peace and to be thereafter celebrated and known as “Armistice Day.” Armistice Day was primarily a day set aside to honor veterans of World War I, but in 1954, after World War II had required the greatest mobilization of soldiers, sailors, Marines and airmen in the Nation’s history; after American forces had fought aggression in Korea, the 83rd Congress, at the urging of the veterans service organizations, amended the Act of 1938 by striking out the word “Armistice” and inserting in its place the word “Veterans.” With the approval of this legislation (Public Law 380) on June 1, 1954, November 11th became a day to honor American veterans of all wars.

Later that same year, on October 8th, President Dwight D. Eisenhower issued the first “Veterans Day Proclamation” which stated: “In order to insure proper and widespread observance of this anniversary, all veterans, all veterans’ organizations, and the entire citizenry will wish to join hands in the common purpose. Toward this end, I am designating the Administrator of Veterans’ Affairs as Chairman of a Veterans Day National Committee, which shall include such other persons as the Chairman may select, and which will coordinate at the national level necessary planning for the observance. I am also requesting the heads of all departments and agencies of the Executive branch of the Government to assist the National Committee in every way possible.”

President Eisenhower signing HR7786, changing Armistice Day to Veterans Day.

President Eisenhower signing HR7786, changing Armistice Day to Veterans Day. From left: Alvin J. King, Wayne Richards, Arthur J. Connell, John T. Nation, Edward Rees, Richard L. Trombla, Howard W. Watts.

On that same day, President Eisenhower sent a letter to the Honorable Harvey V. Higley, Administrator of Veterans’ Affairs (VA), designating him as Chairman of the Veterans Day National Committee.

In 1958, the White House advised VA’s General Counsel that the 1954 designation of the VA Administrator as Chairman of the Veterans Day National Committee applied to all subsequent VA Administrators. Since March 1989 when VA was elevated to a cabinet level department, the Secretary of Veterans Affairs has served as the committee’s chairman.

The Uniform Holiday Bill (Public Law 90-363 (82 Stat. 250)) was signed on June 28, 1968, and was intended to ensure three-day weekends for Federal employees by celebrating four national holidays on Mondays: Washington’s Birthday, Memorial Day, Veterans Day, and Columbus Day. It was thought that these extended weekends would encourage travel, recreational and cultural activities and stimulate greater industrial and commercial production. Many states did not agree with this decision and continued to celebrate the holidays on their original dates.

The first Veterans Day under the new law was observed with much confusion on October 25, 1971. It was quite apparent that the commemoration of this day was a matter of historic and patriotic significance to a great number of our citizens, and so on September 20th, 1975, President Gerald R. Ford signed Public Law 94-97 (89 Stat. 479), which returned the annual observance of Veterans Day to its original date of November 11, beginning in 1978. This action supported the desires of the overwhelming majority of state legislatures, all major veterans service organizations and the American people.

Veterans Day continues to be observed on November 11, regardless of what day of the week on which it falls. The restoration of the observance of Veterans Day to November 11 not only preserves the historical significance of the date, but helps focus attention on the important purpose of Veterans Day: A celebration to honor America’s veterans for their patriotism, love of country, and willingness to serve and sacrifice for the common good.

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